O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu resistir a uma presença mais intensa nas redes sociais, em conversa com correligionários do PT em Brasília, segundo a reportagem. Ele disse preferir fazer manifestações pontuais e não acompanhar constantemente o celular, por considerar que "tem a mão para fazer outra coisa, não para ficar no celular".
Integrantes da campanha, após o primeiro turno, passaram a defender maior participação do presidente nas redes. Entre as ações em discussão está a formação de uma espécie de “força-tarefa digital” com jovens políticos eleitos e influenciadores, além da pressão para que Lula grave vídeos mais informais.
O presidente afirmou ter decidido atender à cobrança da campanha naquele dia e publicou vídeos em formato selfie convocando apoiadores e abordando propostas da campanha, como a chamada escala 6×1. Em um dos vídeos, Lula questionou como o adversário Flávio Bolsonaro votaria sobre a redução da jornada de trabalho e o desafiou a apoiar a proposta.
Durante a conversa, Lula pediu que parlamentares divulguem entre seus eleitores e comunidades a proposta de acabar com a escala 6×1, defendendo a transição para uma jornada de cinco dias de trabalho sem corte salarial e dois dias de descanso. Segundo o texto, ele afirmou que a mudança beneficiaria sobretudo as mulheres.
O presidente também tratou da comunicação de campanha, dizendo ser necessário mobilizar eleitores desanimados e reagir rapidamente a notícias negativas e a mentiras disseminadas por adversários. A transmissão da conversa foi suspensa pouco depois de iniciar, e Lula gravou em seguida novo vídeo ao lado da deputada federal Ana Elisa, citada na reportagem.


/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/E/R/0rs38HSyC27jg6tQaOgA/jhc-prefeito-maceio.jpeg)

/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/6/w/HEoSBWRIGsXzMbWHaOxw/alcolumbre.jpg)