As eleições de 2026 definiram os 54 senadores que vão ocupar as vagas em disputa no Senado Federal a partir de 2027. O PL foi o partido que mais elegeu representantes, com 19 cadeiras entre os estados e o Distrito Federal.

O PL conquistou as duas vagas em disputa no Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. Além desses, o partido elegeu senadores no Acre, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Tocantins.

O MDB elegeu senadores no Amazonas, Pará, Paraíba, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins, totalizando sete vagas. O PT conquistou as duas vagas da Bahia e mais uma em cada um dos estados Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, somando seis cadeiras obtidas na disputa.

Neste ano foram escolhidos 54 dos 81 integrantes do Senado, o equivalente a dois terços da composição da Casa. Cada estado e o Distrito Federal elegeram dois representantes para mandatos de oito anos; os outros 27 senadores, eleitos em 2022, seguem em mandato até 2031.

Dos 32 senadores que tentaram a reeleição em 2026, 14 conseguiram um novo mandato e 18 não foram reeleitos. Como resultado, 40 das 54 cadeiras em disputa serão ocupadas por novos senadores a partir de 2027.

Considerando os parlamentares eleitos em 2026 e os 27 senadores que permanecem em mandato, o PL passará a ter a maior bancada do Senado, com 28 integrantes. O PT terá nove senadores em exercício e o MDB contará com oito. PP e Republicanos ficarão com seis cadeiras cada; PSD e União Brasil terão cinco integrantes cada; e o PSB, quatro.

Entre os mandatos em curso está o de Wellington Dias, eleito em 2022 pelo PT no Piauí e atualmente licenciado para comandar o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; a vaga está ocupada pela suplente Jussara Lima (PSD) e, com eventual retorno de Wellington Dias ao Senado, o PT voltaria a somar dez cadeiras.