Um levantamento citado pela reportagem informa que o presidente da República eleito terá a possibilidade de indicar 45 dirigentes para agências e órgãos reguladores e 12 integrantes para tribunais superiores já no primeiro ano de governo. A contagem soma vagas atualmente em aberto e cargos que devem ser desocupados até o fim de 2027.
A matéria destaca que a dificuldade do atual presidente em aprovar nomeações no Senado deixou diversas cadeiras vagas — entre elas diretorias do Banco Central e cargos de presidência e superintendência no Cade — e que, se o atual chefe do Executivo não conseguir completar as indicações, o sucessor poderá preencher essas vagas.
No Banco Central, por exemplo, o texto registra que desde o início de 2026 há duas indicações pendentes para a autoridade monetária e que algumas diretorias estão ocupadas de forma interina desde 31 de dezembro de 2025; o órgão tem nove cargos de chefia, incluída a presidência.
A reportagem também cita outras autarquias e agências com assentos a preencher, como a CVM (duas vagas, sendo uma com indicação ainda não aprovada pelo Senado) e a Aneel (com direção‑geral a vencer no próximo ano), além de cargos importantes no Cade e em demais agências reguladoras.
No campo do Poder Judiciário, a fonte aponta que haverá 12 vagas em tribunais superiores até o fim do próximo ano, com impacto maior no STF; parte dessas vagas dependerá de listas tríplices dos tribunais e da aprovação do Senado, e a distribuição das nomeações poderá influenciar a composição das cortes por anos.


/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/5/c/LDSVjHQ5WCyAaKVlxOXA/106705103-politica-brasilia-df-25-04-2024-atl-acampamento-terra-livre-marcha-nosso-marco-e-ance.jpg)

