As eleições de 2026 definiram os 24 deputados estaduais eleitos para a Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM). O resultado considera os dados da Justiça Eleitoral com 8.140 das 8.157 seções totalizadas, o equivalente a 99,79%. Nove partidos ou federações conquistaram vagas na Assembleia.
A Federação União Progressista foi a mais representada, com cinco cadeiras; o PSD elegeu quatro deputados; PL, MDB e Avante obterão três cada; FE Brasil e Podemos, duas cada; e Republicanos e Agir, uma vaga cada. Ao todo, o pleito teve 2.119.791 votos válidos, sendo 2.028.203 votos nominais e 91.588 votos de legenda.
Entre os eleitos pela Federação União Progressista estão Mário César Filho (67.707 votos), Dr. George Lins (49.862), Carlinhos Bessa (38.993), Wanderley Monteiro (38.435) e Adjuto Afonso (37.980). No PSD foram eleitos Rozenha (60.992), Wilker Barreto (55.178), Eurico Tavares (49.527) e Mayra Dias (39.969). Pelo PL, os eleitos foram Débora Menezes (68.434), Delegado Péricles (58.727) e Cabo Maciel (39.316).
O MDB elegeu Thiago Abrahim (51.600), Cristiano Dangelo (34.611) e David Bemerguy (28.007). O Avante elegeu Abdala Fraxe (37.441), David Reis (32.998) e Eduardo Alfaia (22.071). A FE Brasil (PT, PCdoB e PV) garantiu duas cadeiras com Zé Ricardo (72.516) e Clóvis Curubão (34.807). O Podemos elegeu Felipe Souza (39.036) e Eraldo CB (21.861). Rodrigo Guedes (42.295) foi eleito pelo Republicanos e Marcelo Palhano (27.700) obteve a vaga do Agir.
O sistema proporcional da eleição determinou a distribuição das cadeiras entre partidos e federações antes da definição dos candidatos que ocupariam cada vaga. O levantamento registrou casos em que candidatos com votações individuais mais altas ficaram fora por falta de vagas na legenda, enquanto outros com posições mais baixas no ranking geral acabaram eleitos graças ao desempenho de suas legendas. Também foram identificados os primeiros suplentes das legendas, entre eles Brena Dianná, Emanoel Pinheiro, Kidson Maia, Kennedy Marques Protetor e João Luiz.




