O Vila Nova projeta dois caminhos para definir seu estádio caso confirme o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro: utilizar o Estádio Olímpico, em Goiânia, desde que o local atenda aos requisitos da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ou promover intervenções no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga (OBA) para elevar sua capacidade.
O regulamento citado pelo clube exige estádio com capacidade mínima para 12 mil torcedores sentados, com autorizações dos órgãos competentes. Hoje o OBA está autorizado a receber 10 mil espectadores, número abaixo da exigência para a elite, o que motivou a análise de alternativas por parte da diretoria.
O tema foi tratado pelo presidente do Conselho Deliberativo do Vila Nova, Leandro Bittar, em entrevista à TV Brasil Central. Ele afirmou que o clube precisa “analisar os dois cenários” e que a prioridade continua sendo conquistar o acesso: “Esse é o melhor dos problemas... o foco principal é achar esse problema. Chegar nesse problema é o nosso maior objetivo, que é estar na Série A.”
A opção por adequar o OBA permitiria ao Vila Nova seguir atuando em sua casa, mas depende de obras, laudos técnicos e autorizações. A alternativa de mandar jogos no Olímpico exigiria, por sua vez, que o estádio comprovasse conformidade com as exigências da CBF para receber partidas da primeira divisão.
O calendário pressiona a definição: a Série B de 2026 termina no fim de novembro e, caso o Vila confirme o acesso, o clube teria pouco mais de dois meses para decidir e viabilizar o estádio antes do início da Série A de 2027, previsto para a última semana de janeiro.



