A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) divulgou que, em sua 634ª reunião realizada em 20 de outubro de 2026, aprovou 19 pleitos de incentivos fiscais apresentados por empresas com empreendimentos em sete estados de sua área de atuação. Segundo a autarquia, 15 dos processos tratam de redução do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e adicionais não restituíveis, e quatro referem‑se a reinvestimento de parcela do imposto pelas próprias empresas.
A Bahia foi indicada como local de três dos processos aprovados, mesma quantidade registrada em Minas Gerais e no Rio Grande do Norte, e atrás apenas de Pernambuco, que concentrou cinco pleitos no pacote. A divulgação da Sudene não trouxe, até o momento, os nomes das empresas beneficiadas, os municípios onde os projetos estão localizados, os setores econômicos específicos nem os valores individualizados dos investimentos correspondentes aos projetos baianos.
Os 19 processos aprovados reúnem empreendimentos que, conforme informado pela Sudene, já realizaram mais de R$ 220 milhões em investimentos privados antes da fruição dos incentivos. A autarquia também declarou que os projetos associados a essa rodada mantêm atualmente 3.902 trabalhadores, sem detalhar a distribuição desses empregos por estado, município ou empreendimento.
A pauta aprovada inclui principalmente pedidos de implantação de novas atividades econômicas (nove pleitos), além de processos de modernização, ampliação e diversificação. A Sudene explicou que a deliberação da Diretoria Colegiada é uma etapa de reconhecimento do enquadramento dos empreendimentos nos critérios da política de desenvolvimento regional; a fruição efetiva dos benefícios depende de procedimentos posteriores, incluindo análise tributária pela Receita Federal.
A divulgação ressalta que, em rodadas recentes, a autarquia vinha aprovando pleitos envolvendo projetos baianos: em outubro e em meses anteriores a Bahia já havia reunido pacotes com quatro, seis e outros números de processos. A Sudene também informou que, antes de chegar à Diretoria Colegiada, os processos passam por análise documental e, quando necessário, por vistoria presencial para comprovar o atendimento aos requisitos legais.
