Os trabalhadores e trabalhadoras da rede municipal de Educação de Palmas ocuparam a Avenida JK nesta quarta-feira (7) em mais uma paralisação para cobrar do prefeito Eduardo Siqueira Campos o cumprimento de direitos da categoria, informa a reportagem.
O ato público reuniu cerca de mil profissionais, segundo o texto, e foi marcado por faixas, cartazes, megafones e tambores. Mais de 60 das 81 unidades de ensino da rede municipal aderiram integralmente à paralisação; nas demais a adesão foi parcial, conforme decisão de assembleia.
Entre as reivindicações listadas estão o pagamento das datas-bases de 2024, 2025 e 2026; o cumprimento do Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério; a realização do processo de escolha de gestores escolares; a convocação dos aprovados no cadastro reserva; e o reconhecimento dos professores da educação infantil na carreira do magistério, nos termos da Lei nº 15.326.
A categoria também pede medidas contra a terceirização na rede municipal, o pagamento de bonificações do SAEP e do SAEB, direito ao descanso de voz e concessão de licença para qualificação profissional.
O protesto começou por volta das 9h com concentração na Avenida JK, nas proximidades do Colégio São Francisco, seguiu em caminhada até a sede da Prefeitura de Palmas e terminou na Câmara de Vereadores. Dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), regional de Palmas, usaram carro de som para apresentar as reivindicações e cobrar respostas do prefeito.




