Adroaldo Guerra Filho, o Guerrinha, jornalista esportivo do Grupo RBS, morreu nesta quarta‑feira (28), aos 70 anos. Segundo a reportagem, ele estava internado no Instituto de Cardiologia, em Porto Alegre, devido a uma infecção pulmonar que evoluiu para um quadro generalizado.

Guerrinha era comentarista da Rádio Gaúcha e ficou conhecido pela versatilidade, carisma e por frases de efeito. Ao longo da carreira participou de programas de rádio e televisão do grupo, entre eles o "Paredão do Guerrinha" e o tradicional "Sala de Redação" da RBS. Entrou no Grupo RBS em 1983 e alternou trabalho em impresso, rádio e TV.

O jornalista iniciou no rádio em 1999, com o programa "Falcão na Gaúcha", e assumiu em 2014 o "Paredão do Guerrinha". Na imprensa escrita, estreou em 17 de abril de 2000 a coluna "Guerra Total" no Diário Gaúcho, marcada pela pergunta instigante ao leitor. Na TV, foi chamado para integrar o "Lance Final" e depois consolidou presença como comentarista no "Sala de Redação" a partir de 2004.

Entre as expressões que marcaram sua trajetória estão: "Não dá pra servir farofa em restaurante com ventilador de teto", a chamada "Lei Guerrinha" — resumida como "Se algo deu certo, então tem que mudar" — e outras tiradas que se tornaram conhecidas entre torcedores e ouvintes.

Guerrinha deixa a esposa Kátia, as filhas Michelle e Karine e três netos. A reportagem não traz detalhes sobre velório ou cerimônia fúnebre; informações sobre procedimentos foram as divulgadas pelo Grupo RBS na cobertura citada.