A Feira da Indústria, Comércio, Cooperativismo, Empreendedorismo e Agronegócio de Goiás (FICCA Goiás 2026) teve abertura oficial nesta terça‑feira, 27, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. A solenidade reuniu representantes das entidades organizadoras, autoridades e lideranças empresariais e marcou o início da programação que segue até 29 de outubro.
Realizada pelo Sebrae Goiás em parceria com o Sistema Fecomércio/Sesc/Senac Goiás, Fieg, Facieg, Sistema OCB/GO e Sistema Faeg/Senar, a FICCA agrupa seis eventos em um único espaço: a Feira do Empreendedor (Sebrae Goiás), a 4ª Expo Fecomércio, a 3ª Expoind, a 2ª Expocom, o Pavilhão do Cooperativismo e a 1ª Agrotendências, com exposições, rodadas e conteúdos técnicos.
A organização informou que a estrutura da feira ocupa cerca de 3,5 mil metros quadrados e que a programação busca integrar segmentos como empresas, fornecedores, cooperativas, produtores rurais e empreendedores, com expectativa de atrair mais de 30 mil visitantes e movimentar cerca de R$ 1 bilhão em negócios entre 27 e 29 de outubro.
Entre os destaques anunciados estão a Feira do Empreendedor, que chega à nona edição em Goiás com atividades sobre inovação, acesso a crédito e capacitação para pequenos negócios, e o 13º Encontro Internacional de Comércio Exterior, que reúne compradores de países da América do Sul e da região, além da participação de representantes diplomáticos de 22 países na Expo Fecomércio.
O diretor superintendente do Sebrae Goiás, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, representando lideranças, destacou que a integração das instituições amplia as possibilidades de geração de negócios, emprego e renda no estado; durante a abertura foram citados dados sobre a força dos pequenos negócios em Goiás, que representam 95% das empresas e geram sete em cada dez empregos.
Lideranças presentes também aproveitaram a coletiva para apontar desafios à competitividade, como taxas de juros elevadas, carga tributária e aumento dos custos de produção, além de destacar a importância da inovação, internacionalização e da cooperação entre indústria, comércio, serviços, agronegócio e cooperativismo para ampliar oportunidades no estado.


