O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em Petrolina (PE) que não acredita que o adversário Flávio Bolsonaro aceite o seu desafio para abrir sigilos bancário, fiscal e telefônico e disse que “a vida dele é podre quando se trata da honestidade”.

Lula informou que já protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando a divulgação de seus dados referentes aos últimos oito anos, incluindo a primeira‑dama Janja, seus cinco filhos e uma empresa da qual é sócio, condicionado à adoção da mesma medida pelo candidato do PL.

O pedido apresentado pelo presidente prevê que Flávio Bolsonaro disponibilize também os dados de sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, de seus pais Jair e Rogéria Bolsonaro, dos irmãos Carlos, Eduardo e Jair Renan, além de empresas relacionadas aos candidatos, entre elas a Alcazar Holdings, registrada na Ilha da Madeira.

A reportagem cita que a Polícia Federal investiga suspeitas envolvendo movimentações financeiras e possíveis vínculos do senador com uma conta associada à Alcazar; o texto da cobertura registra que Flávio nega irregularidades. Lula fez as declarações antes de participar da caminhada de campanha que ligou Juazeiro (BA) a Petrolina, com a presença de lideranças regionais e nacionais.