Os corpos dos três policiais militares mortos na queda de um avião da PM em Minas Gerais serão velados e enterrados neste domingo em Belo Horizonte. O velório será realizado na Academia de Polícia Militar, no bairro Prado, das 11h às 14h, e o sepultamento está marcado para as 16h no Cemitério Parque Bosque da Esperança, no bairro Jaqueline.
As vítimas são o tenente-coronel Luis Fernando Silvestre, a tenente Alice dos Santos Almeida e a tenente Gabriela Emília Soares Resende. Segundo a Polícia Militar, eles haviam decolado do Aeroporto da Pampulha em uma aeronave Pégasus 17, um bimotor modelo Beechcraft Super King Air 300, prefixo PP-EJO, que caiu perto do Aeroporto Regional do Vale do Aço.
A aeronave era usada em missões operacionais e no transporte de órgãos para transplantes, e a queda ocorreu quando a tripulação fazia um voo de reavaliação. A corporação informou que, em uma verificação inicial, não havia indicação de problemas com documentação, manutenção ou habilitação da tripulação, e que a manutenção da aeronave estava em dia.
Até a última atualização da reportagem, a causa do acidente não havia sido identificada. O caso será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
O governo de Minas Gerais decretou luto oficial de três dias em homenagem às vítimas. Em ato de despedida, a Polícia Militar realizou uma homenagem com um "sirenaço" nas proximidades do Aeroporto da Pampulha.
Das informações oficiais divulgadas pela corporação constam dados sobre a experiência de voo do tenente-coronel Silvestre, apontado como piloto com mais de cinco mil horas de voo e instrutor do Comando de Aviação do Estado; as tenentes Gabriela Emília e Alice Almeida tinham cerca de 300 horas de voo cada, segundo a PM. A reportagem registrou que ninguém sobreviveu ao acidente.
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